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Twitter agora em português

Ainda durante este ano, o Twitter estará disponível em português. Esta medida, avançada pelo presidente executivo, Dick Costolo, tem como objectivo alargar o alcance deste serviço a outras línguas e países. A tradução estará a cargo de voluntários que irão ter como prioridades, línguas como: indonésio, russo e turco. Todavia, as traduções são apenas para serviços do twitter e não para as mensagens dos utilizadores.

Juliana Melim

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E o twitteiro vencedor é…

Pelo segundo ano consecutivo os Shorty Awards vão premiar os melhores twitteiros.

Qualquer pessoa ou entidade que tenha um perfil no Twitter pode nomear outro twitteiro para as várias categorias a concurso, tais como “publicidade”, “design”, “jornalismo”, “tecnologia, entre tantas outras.

As nomeações estão abertas até 29 de Janeiro e a principal forma de votar é através da própria plataforma Twitter, twittando o seguinte: I nominate @TwitterUser for a Shorty Award in #category because… (escrever razão). Vá ao site shortyawards.com e acompanhe o ranking dos nomeados.

É inegável que o Twitter está nas bocas do mundo e até já tem a sua própria cerimónia de prémios, The New York Times diz que Hollywood has the Oscars. Broadway has the Tonys. Now Twitter has the… Shorty Awards (Hollywood tem os Oscars. Broadway tem os Tonys. Agora o Twitter tem os… Shorty Awards).

 

• Para votar na mediadetails vá a shortyawards.com/md_mediadetails  ou faça um tweet com: I nominate @md_mediadetails for a Shorty Award in #tech because… (escrever razão).

Bing e Google integram updates do Twitter e Facebook

É esta a notícia que fez correr muita tinta (ou muitos píxeis) nas últimas horas. O Bing anunciou a integração nos resultados de pesquisa dos updates do Twitter e Facebook. Horas depois o Google faz o mesmo, em relação ao Twitter.

Daqui se retiram duas conclusões:

– a pesquisa das redes sociais não deverá substituit a pesquisa nos motores de busca, visto que assim esta integra também resultados em tempo real;

 –  a importância da presença nas redes sociais é reforçada e cada vez mais imperativa para as marcas.

Aguardamos agora para ver quais os factores de relevância que ditam a ordenação dos resultados de pesquisa destes updates (fala-se por exemplo, do nº de followers no Twitter), sendo quase certo que também este cálculo varie com o tempo e a experiência adquirida.

Telma M.

Português é Vice-Campeão do Twitter

Não é uma nova modalidade Olímpica para os jogos de inverno. Não é um record de updates por um utilizador luso que twitta como quem respira.

É o assinalar de um estudo realizado por investigadores norte-americanos do Web Ecology Project, que chega à conclusão que a língua portuguesa é a segunda mais utilizada no Twitter (9,5%), apenas ultrapassada pela esmagadora maioria da língua inglesa (61, 93%).

Depois de ser a 6ª língua mais falada do mundo, era o reconhecimento que faltava. 😀

Telma M.

Novidades no Twitter – as #hashtags

Mais uma vez há novidades no Twitter – e nem me estou a referir à discutida possibilidade de Google AdSenses na plataforma.
O interface dos “seguidos” e “seguidores” está diferente, mais integrado, mais informativo.

Interface Follow

Mas a maior novidade são as hashtags com link. As hashtags são de extrema utilidade e a popularidade do seu uso cresceu natural e espontâneamente no Twitter.
Merecem, portanto, um post que lhes seja dedicado.

O que é uma hashtag?

Uma hashtag é uma tradicional tag, antecedida de de cardinal (ex.: #tecnologia).
Esta enquadra o update (o twitt) numa temática ou categoria.

Hashtag #bing

Qual a utilidade da hashtag?

Facilita a pesquisa de uma temática. A pesquisa de uma hashtag no TwitterSearch devolve todos os resultados que a incluem.

Assim sendo, permite que se criem pequenos núcleos de discussão, mesmo entre pessoas que não se segue mutuamente, em torno de uma temática. Um dos exemplos de uma hasthag frequente é a #deb15, aquando do debate quinzenal na assembleia. Os twitters comentam o que se vai passando em parlamento, utilizando sempre a tag – lamentam apenas que os deputados presentes, que twittam enquanto debatem, não usem também a hashtag.

Por vezes são criados jogos ou desafios subordinados a uma hashtag.
Muitas vezes, estas chegam a tornar-se trending topic, nesta plataforma social, que tem tanto de viral.

Há ainda um outro tipo de utilização, mais isolado. Quando a hashtag usada não pretende ser repetida ou usada para um grupo de discussão, mas para reforçar a ideia da mensagem com o toque final que esta empresta (mais ou menos como no final deste post).

Com os links nas hashtags, é facilitada a pesquisa e a entrada na discussão. Isto poderá impulsionar ainda mais o seu uso.


Telma M.
#maisumpost

As Redes Sociais e as Mulheres

Continuando na linha do post anterior – A Internet e a Guerra dos Sexos – que relaciona o género do utilizador com a utilização que faz dos sites, trago-vos as inferências de Jason Lee Miller relativas à forma como as mulheres usam as redes sociais.

O artigo de que vos falo agora adianta que as mulheres preferem blogs e o Facebook ao Twitter e que usam maioritariamente as redes sociais para manter contacto com amigos e familiares (como seria suposto, apesar da subversão inevitável de propósitos) e não para procurar informação ou serviços.
Como refere o autor, tendo em conta que são mais de 50% da população, é um dado bastante relevante.

Só não acho que isto seja uma desvantagem, é antes um desafio, o de saber cativá-las. Ir ao seu encontro – sem intromissão, antes com permissão e valor acrescentado, que saberão reconhecer.
E mais significativo será quando se consegue fazê-lo.

Telma M.

Twitter – É p’ró menino e p’rá menina!

O Twitter é o fenómeno social do momento – já desde há alguns momentos atrás.

Pessoas e entidades, em Portugal e no mundo, de forma pessoal, informal ou sob a capa de uma personagem, deixam mensagens de 140 caracteres à sua rede.
Umas para serem lidas, outras para gozo pessoal. Outras que pensadas para serem lidas não serão senão para gozo pessoal.

Updates para todos os gostos e feitios, em todos os tons, com todos os propósitos. De forma intensiva, esporádica ou quase nula.
Uma obrigação. Um porque-sim. Um prazer. Um vício. Ou, a designação que ainda muitos questionam, – uma arma poderosa.

Figuras emblemáticas (não só mas também) do Twitter como o Paulo Querido ou o Nuno Markl – e os seus clones – funcionam como os must have a nível nacional, mas uma rápida visita ao directório Twitter Portugal, permite perceber a dimensão desta comunidade online (e comunidade, é um termo redutor).
As sátiras e paródias multiplicam-se. Bem como as notícias. Bem como os posts – como este.
Ainda ontem foi o Ashton Kutcher a aclamar-se rei do Twitter, ultrapassando em número de seguidores a CNN e a barreira do milhão de followers!


Altura, portanto de fazer um apanhado. Perfis de Twits. Classificação de utilizadores.
São eles…

O Cómico
Objectivo: entretenimento (próprio e de outrem). Em todos os estilos de comédia. Em modo subtil ou a roçar a insensibilidade.

O Altruísta
Seja sob a forma de links ou informações úteis, que vão desde notícias internacionais a ofertas de emprego em Vila Nova da Barquinha.
São utilizadores que dão o que podem a quem quiser receber. Pesquisam activamente informação e partilham-na com o mesmo gosto que a descobrem (talvez mais).

O Distribuidor

Vive do RT. Repete twits de outros utilizadores que podem interessar pelo caracter de utilidade, entretenimento, etc. Seguir um “distribuidor” é seguir para cima de 76 pessoas numa só, mas com filtro. É como seguir o Fernando Pessoa.

O Parasita
Não deixa de ser um cómico, digo eu. Mas conquista a fama à custa dos que a tiveram naturalmente. São os temidos-adorados-odiados clones.

O Respondão

Lê interessadamente os updates de quem segue, e responde. E torna a responder. E é a resposta é o seu modo de vida. Em 50 updates, 1 é não é reply.

O Familiar

Fala de si, para os seus. Tem uma rede fechada e usa o Twitter sobretudo para se manter a par das actividades das pessoas que conhece (presencialmente, entenda-se).

O Centrado
Em si, claro. Mesmo que não conheça os da sua rede, é de si que fala. De banalidades ou de acontecimentos sublimes. Mas de si.
E não se pense que não lhe é dada atenção. O Twitter também é um Big Brother. A curiosidade vive em todos nós – e não acredito que tenha morto o gato, antes o tornou mais culto.

E pronto. São estes os géneros predominantes, ou pelos menos os mais radicais.
A maior parte dos utilizadores, não é um deste em particular, mas um pouco de dois ou três (e mais o seu próprio tempero).

Alguém se revê aqui?

Telma M.


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