Posts Tagged 'redes sociais'

Twitter agora em português

Ainda durante este ano, o Twitter estará disponível em português. Esta medida, avançada pelo presidente executivo, Dick Costolo, tem como objectivo alargar o alcance deste serviço a outras línguas e países. A tradução estará a cargo de voluntários que irão ter como prioridades, línguas como: indonésio, russo e turco. Todavia, as traduções são apenas para serviços do twitter e não para as mensagens dos utilizadores.

Juliana Melim

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Google Buzz

Chegou o novo serviço do Google! O gigante norte-americano lançou na semana passada o Google Buzz, um interface que funciona como um misto de Twitter e Facebook. O Google entra assim no espaço das redes sociais, que cada vez mais têm suscitado a atenção dos utilizadores da internet. Para os fãs do Google esta é uma boa notícia, uma vez que poderão aceder a esta nova plataforma através do Gmail à qual está interligada.

O funcionamento deste serviço, não será muito diferente daquele a que estão habituados os utilizadores frequentes das redes sociais – a pessoa segue os seus contactos e também é seguido por outras pessoas, como acontece no Twitter. O Google Buzz disponibilizará outros serviços, tais como, o Google Reader, Picasa  ou Flickr. Não esquecendo ainda uma estratégia multiplataforma, o Google Buzz estará disponível nos telemóveis, no entanto, inicialmente apenas o Android e o Iphone suportarão esta aplicação. Outra das grandes novidades deste serviço é o facto do Google Maps estar integrado no Buzz, permitindo, assim ao utilizador localizar os seus amigos através do mapa.

Desde o seu lançamento, o Buzz já atingiu mais de 9 milhões de mensagens publicadas, o que é surpreendente para uma ferramenta tão recente como esta. Contudo a questão da privacidade parece ser um dos fantasmas que assombrará o sucesso deste serviço. Os utilizadores parecem insatisfeitos com a falta de privacidade, uma vez que é possivel ter acesso a todos os nomes que constarem da lista do utilizador, deixando-os visíveis para as pessoas que o utilizador segue até os seus seguidores.

Apesar do Google já ter prometido fazer modificações no Buzz, as dúvidas mantêm-se: conseguirá o gigante norte-americano sobreviver no universo das redes sociais? E as outras redes sociais perderão o seu lugar para o Buzz?

Juliana Melim

E o twitteiro vencedor é…

Pelo segundo ano consecutivo os Shorty Awards vão premiar os melhores twitteiros.

Qualquer pessoa ou entidade que tenha um perfil no Twitter pode nomear outro twitteiro para as várias categorias a concurso, tais como “publicidade”, “design”, “jornalismo”, “tecnologia, entre tantas outras.

As nomeações estão abertas até 29 de Janeiro e a principal forma de votar é através da própria plataforma Twitter, twittando o seguinte: I nominate @TwitterUser for a Shorty Award in #category because… (escrever razão). Vá ao site shortyawards.com e acompanhe o ranking dos nomeados.

É inegável que o Twitter está nas bocas do mundo e até já tem a sua própria cerimónia de prémios, The New York Times diz que Hollywood has the Oscars. Broadway has the Tonys. Now Twitter has the… Shorty Awards (Hollywood tem os Oscars. Broadway tem os Tonys. Agora o Twitter tem os… Shorty Awards).

 

• Para votar na mediadetails vá a shortyawards.com/md_mediadetails  ou faça um tweet com: I nominate @md_mediadetails for a Shorty Award in #tech because… (escrever razão).

Ir mais longe, mais perto!

Ao jeito do “vá para fora cá dentro” das campanhas de turismo portuguesas surge um novo conceito que não é tão paradoxal como parece à primeira vista.

A Internet no geral e as Redes Sociais em particular expandem oportunidades de contacto e negócio
Mas ao mesmo que o planeta encolhe e virtualmente estamos todos mais próximos, com facilidade em falar diarimante com pessoas do outro lado do mundo, não conhecemos o vizinho do escritório aqui ao lado, quanto mais dos outros andares.

Nesse sentido surgiu a STACKD, com a premissa Act Local. Uma rede social que pretende ser local e inicitar a que conheça as pessoas que trabalham perto de si, quer para proporcionar potenciais negócios, quer para “beber uma cerveja” com um vizinho ao fim da tarde.
Estamos a falar de uma rede para já disponível apenas nos EUA, neste momento apenas Manhattan e Brooklyn, até.

Mas a ideia de inverter a lógica actual das redes sociais não é de todo disparatada.
Complementa o já existente “agora que te conheço e temos interesses mútuos, vamos ver de onde és” com o “já que és de perto, vamos conhecer-nos para descobrir se temos interesses mútuos”.

Que vos parece, o conceito?

Telma M.

Webmarketing e a Resposta à Crise

A Galileu organizou um wokshop de Webmarketing onde falou de SEM, de Redes Sociais e de como da utilização e combinação destas duas vertentes pode constituir uma resposta à crise para as empresas.

Com um investimento bastante mais baixo que o necessário para a publicidade tradicional, este marketing permissivo (nunca invasivo) que é possível através da web pode trazer resultados satisfatórios.
Estes esforços devem ser desenvolvidos desde já,  porque não são só uma grande vantagem no momento, são uma vantagem para o futuro, quando o consumo voltar a crescer e as empresas que investiram nestas formas de comunicação digital interactivas estiverem um passo à frente.

Isso a mediadetails sabe e pode ajudar a concretizar (pode sempre contactar-nos para geral@mediadetails.com).

Entretanto, deixo algumas estatísticas interessantes divulgadas no workshop:

92% dos portugueses usam a internet para pesquisa de produtos e tomada de decisões de compra
86% utilizam os motores de busca para estes fins

45% dos utilizadores da internet têm blog

75% das pessoas acreditam nas recomendações de outros, por oposição à publicidade tradicional

Por isso é tão importante gerir a reputação online e estar onde estão os consumidores – algo que repito constantemente.
A comunicação one to one,  até já ultrapassou o one to many e é agora um many to many. Há que estar presente nesta conversação multilateral.

As Redes Sociais e as Mulheres

Continuando na linha do post anterior – A Internet e a Guerra dos Sexos – que relaciona o género do utilizador com a utilização que faz dos sites, trago-vos as inferências de Jason Lee Miller relativas à forma como as mulheres usam as redes sociais.

O artigo de que vos falo agora adianta que as mulheres preferem blogs e o Facebook ao Twitter e que usam maioritariamente as redes sociais para manter contacto com amigos e familiares (como seria suposto, apesar da subversão inevitável de propósitos) e não para procurar informação ou serviços.
Como refere o autor, tendo em conta que são mais de 50% da população, é um dado bastante relevante.

Só não acho que isto seja uma desvantagem, é antes um desafio, o de saber cativá-las. Ir ao seu encontro – sem intromissão, antes com permissão e valor acrescentado, que saberão reconhecer.
E mais significativo será quando se consegue fazê-lo.

Telma M.

Twitter – É p’ró menino e p’rá menina!

O Twitter é o fenómeno social do momento – já desde há alguns momentos atrás.

Pessoas e entidades, em Portugal e no mundo, de forma pessoal, informal ou sob a capa de uma personagem, deixam mensagens de 140 caracteres à sua rede.
Umas para serem lidas, outras para gozo pessoal. Outras que pensadas para serem lidas não serão senão para gozo pessoal.

Updates para todos os gostos e feitios, em todos os tons, com todos os propósitos. De forma intensiva, esporádica ou quase nula.
Uma obrigação. Um porque-sim. Um prazer. Um vício. Ou, a designação que ainda muitos questionam, – uma arma poderosa.

Figuras emblemáticas (não só mas também) do Twitter como o Paulo Querido ou o Nuno Markl – e os seus clones – funcionam como os must have a nível nacional, mas uma rápida visita ao directório Twitter Portugal, permite perceber a dimensão desta comunidade online (e comunidade, é um termo redutor).
As sátiras e paródias multiplicam-se. Bem como as notícias. Bem como os posts – como este.
Ainda ontem foi o Ashton Kutcher a aclamar-se rei do Twitter, ultrapassando em número de seguidores a CNN e a barreira do milhão de followers!


Altura, portanto de fazer um apanhado. Perfis de Twits. Classificação de utilizadores.
São eles…

O Cómico
Objectivo: entretenimento (próprio e de outrem). Em todos os estilos de comédia. Em modo subtil ou a roçar a insensibilidade.

O Altruísta
Seja sob a forma de links ou informações úteis, que vão desde notícias internacionais a ofertas de emprego em Vila Nova da Barquinha.
São utilizadores que dão o que podem a quem quiser receber. Pesquisam activamente informação e partilham-na com o mesmo gosto que a descobrem (talvez mais).

O Distribuidor

Vive do RT. Repete twits de outros utilizadores que podem interessar pelo caracter de utilidade, entretenimento, etc. Seguir um “distribuidor” é seguir para cima de 76 pessoas numa só, mas com filtro. É como seguir o Fernando Pessoa.

O Parasita
Não deixa de ser um cómico, digo eu. Mas conquista a fama à custa dos que a tiveram naturalmente. São os temidos-adorados-odiados clones.

O Respondão

Lê interessadamente os updates de quem segue, e responde. E torna a responder. E é a resposta é o seu modo de vida. Em 50 updates, 1 é não é reply.

O Familiar

Fala de si, para os seus. Tem uma rede fechada e usa o Twitter sobretudo para se manter a par das actividades das pessoas que conhece (presencialmente, entenda-se).

O Centrado
Em si, claro. Mesmo que não conheça os da sua rede, é de si que fala. De banalidades ou de acontecimentos sublimes. Mas de si.
E não se pense que não lhe é dada atenção. O Twitter também é um Big Brother. A curiosidade vive em todos nós – e não acredito que tenha morto o gato, antes o tornou mais culto.

E pronto. São estes os géneros predominantes, ou pelos menos os mais radicais.
A maior parte dos utilizadores, não é um deste em particular, mas um pouco de dois ou três (e mais o seu próprio tempero).

Alguém se revê aqui?

Telma M.


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