Posts Tagged 'Marketing'

QR Codes – uma boa ou má estratégia?

Estão cada vez mais presentes nas ações de marketing das empresas. Mas, o que são verdadeiramente os CR Codes?

Nascidos em 1994 por uma empresa japonesa chamada Denso-Wave, os QR Codes eram inicialmente utilizados para identificar peças na industria automobilística, mas a partir de 2003 começaram também a ser utilizados para aceder a todo um universo online pré-definido.

O Quick Response Code ou QR Code é um código de barras, de alta tecnologia, que por detrás da matriz quadrada, composta por campos pretos e brancos, contém códigos que são decifráveis através do seu smartphone. Para isso, o utilizador deverá fazer download de uma aplicação específica (scan-app) que descodifique o algoritmo.

A grande quantidade de dados, guardados de forma compacta, e fáceis de aceder em qualquer lugar, diversificou e multiplicou a utilização desta ferramenta, um pouco por todo o lado. Outdoors, flyers e embalagens de produtos, são algumas das formas mais utilizadas para difundir os QR Codes e toda a informação contida nestes.

O QR Code pode conter informações como: endereço de uma página na internet; cartão de visita online ou apenas conteúdo, pode ainda ser exposto em qualquer lugar; pode ser utilizado em vários formatos, tamanhos e cores; pode interagir com animações 3D ou jogos e com o sistema de realidade aumentada e pode ser usado como bilhete para eventos.

Contudo, convêm salientar que este tipo de ferramenta apesar de muito útil, pode esconder informações maliciosas. O utilizador deve ter sempre em conta o desconhecimento da informação a que está a aceder, por isso recomendamos precaução ao utilizá-la.

Veja o seguinte vídeo explicativo:

Para ver alguns exemplos de aplicação de QR Code, visite o nosso site.

Juliana Melim

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O que é o Blended Marketing?

O lançamento da apelidada “nova bíblia do marketing” ocorre já no próximo dia 2 de Junho.

B-Mercator é o nome do sucessor do Mercator XXI. B de Blended.

Blended Marketing é aquele que combina o marketing tradicional com o marketing digital.

Uma estratégia integrada é sem dúvida o meio mais eficaz para o sucesso. O marketing tradicional, de forma isolada, vê-se ultrapassado. Por outro lado, as novas modalidades sofrem uma evolução rápida e progressiva, precisando de uma base sólida e uma estratégia de continuidade.

Os conceitos e técnicas tradicionais revistos, o deixar cair definitivo dos estáticos 4 P’s, o reconhecer da importância do web-marketing e do mobile marketing, entre outros, e como adequar o ciclo de comunicação à nova realidade, é o que se espera desta publicação.

Telma M.

As Redes Sociais e as Mulheres

Continuando na linha do post anterior – A Internet e a Guerra dos Sexos – que relaciona o género do utilizador com a utilização que faz dos sites, trago-vos as inferências de Jason Lee Miller relativas à forma como as mulheres usam as redes sociais.

O artigo de que vos falo agora adianta que as mulheres preferem blogs e o Facebook ao Twitter e que usam maioritariamente as redes sociais para manter contacto com amigos e familiares (como seria suposto, apesar da subversão inevitável de propósitos) e não para procurar informação ou serviços.
Como refere o autor, tendo em conta que são mais de 50% da população, é um dado bastante relevante.

Só não acho que isto seja uma desvantagem, é antes um desafio, o de saber cativá-las. Ir ao seu encontro – sem intromissão, antes com permissão e valor acrescentado, que saberão reconhecer.
E mais significativo será quando se consegue fazê-lo.

Telma M.

MD 2.0

E agora em vez de perguntarmos onde é que está a mediadetails?, perguntemos onde é que não está a mediadetails?

E a resposta não será o Twitter, o Facebook, o MySpace, o Delicious, o FlickR, o Behancé ou o CarbonMade. Porque nesses todos já marcamos presença com portfólios e perfis actualizados.
E ainda há algumas presenças por marcar, o que acontecerá nos próximos tempos.

Entretanto, conto com críticas e sugestões.

“Publicidade Faxavô”

É este o pedido simples de quem prime o botão do intercomunicador.
O sotaque é próprio da profissão, pois é no Brasil, que se encontram os melhores e mais premiados publicitários. Parece adequado.

Não fosse um simples facto: não são publicitários que nos batem à porta, são distribuidores de folhetos.
Que em vez de “publicidade faxavô” poderiam dizer, quando muito: “distribuidores de peças impressas de marketing directo, faxavô”.

É reflexo da eterna zona cinzenta das nomenclaturas. Onde, ao cidadão comum, publicidade, marketing, propaganda, comunicação, divulgação, reclames, parecem todos sinónimos.

Relação entre alguns dos conceitos:
Facto 1
– O Marketing tem várias componentes
Facto 2 – Uma das componentes do marketing é a Comunicação (bem como o Produto, a Distribuição e o Preço; em conjunto formam os 4Ps do Marketing, hoje em dia já mais que multiplicados)
Facto 3 – Na componente comunicação insere-se a Publicidade (a par com as Relações Públicas, o Marketing Directo, a Força de Vendas, entre outros)
Facto 4 – A Publicidade surge sob a forma de reclames (aka anúncios publicitários), em vários suportes. São spots televisivos, mupis, outdoors, anúncios de imprensa, etc.
Facto 5 – O mail-marketing (onde se incluem os benditos folhetos que nos vêm entregar) faz parte do Marketing Directo.

A explicação é redutora, mas espero que consiga esclarecer alguém. Mesmo que não seja o senhor ou a senhora que amanhã me vão bater à porta e dizer novamente “publicidade faxavô”.

Telma M.

Conferência de MKT Directo

Mais um daqueles eventos de reciclagem (no melhor sentido possível da palavra) com Case Studies bastante pertinentes – organização da IFE.
Abordaram-se a integração dos meios online e offline, o wireless marketing, as normas legais associadas à utilização de dados pessoais em campanhas, o marketing one-to-one e o telemarketing, entre outros temas. Para tal, contou-se com a participação dos representantes de várias empresas:

La Redoute, Marco Pereira
A reter o conceito de Cliente Multicanal: o novo consumidor está presente em todos os canais e a resposta deve ser a presença das empresas também em todos os canais. Sendo a internet o meio com maior potencial de crescimento neste momento, parece que o investimento em SEO é justificado (25% dos utilizadores chegam ao site de compra através dos motores de pesquisa).

VivaFit e PilatesFit, Pedro Ruíz
O potencial do Mobile Marketing , aplicado a um conceito por si só de sucesso: exercício em 30 minutos para a mulher activa dos dias de hoje.

Fujitsu Services, Pedro Simões Dias
As regras (e por vezes a inadequação do quadro normativo actual) da comunicação electrónica e utilização de bases de dados (que quase sempre implica autorizações da CNPD).

Sociedade dos Vinhos Borges, Miguel Centeno
A personalização total aplicada ao espumante Fita Azul, que reformulou a sua imagem e identificou seis targets consoante os seus gostos intrínsecos.

Wolters Kluwer Portugal, Paula Barradinhas
Nunca perder a noção que o cliente não compra o produto, mas os benefícios que o produto/serviço lhe vai dar.

Ficam os parabéns para a Dra. Eugénia Raimundo, presidente da jornada e oradora enquanto docente do IPAM, e à sua exposição clara referente às componentes da atitude do consumidor e como a comunicação se deve dirigir à componente adequada – aquela que estiver a servir de travão ao consumidor.

Em suma, aquilo que já todos sabem e já não podem ignorar: o marketing digital chegou para ficar. Não para substituir os meios tradicionais, mas como parte integrante de uma estratégia que já não pode deixar de parte o online. Onde estão os consumidores, têm de estar as empresas. Eles estão aqui.


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