Posts Tagged 'Internet'



Aprovado novo protocolo de Internet

O novo protocolo de internet HTTP 2.0 foi oficialmente finalizado e aprovado na passada quarta-feira.

O anúncio foi levado a cabo através de uma publicação num blogue por Mark Nottingham, presidente da Internet Engineering Task Force (IETF), no qual acrescentou que restam apenas as últimas formalidades para que as especificações possam ser publicadas.

O HTTP, Hypertext Transfer Protocol, gere as conexões entre o browser do utilizador e o servidor que aloja o website. Apesar de ser apenas uma atualização do protocolo já existente, o HTTP/2 é um grande desafio, já que a última desta especificação ocorreu há 16 anos. Assim, o novo protocolo irá marcar a maior mudança desde 1999, ano em que surgiu o primeiro protocolo, sustentado pela World Wide Web.

O HTTP/2 permitirá ao utilizador visitar mais páginas, fazer mais compras e agir com mais rapidez nas pesquisas de Internet.

Os internautas poderão utilizar este novo protocolo por volta de 2016, em websites de vários serviços e empresas como a Firefox e a Google.

Fonte: The Hacker News

Aceda à notícia completa em:

http://thehackernews.com/2015/02/http2-fast-websites.html

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Novas regras para quem compra online

As compras através da internet estão desde o passado dia 13 de junho sujeitas a novas regras. A mudança deve-se à entrada em vigor de uma nova diretiva europeia, que passou a condicionar não só o consumo online mas também as vendas porta a porta.

No que diz respeito às transações virtuais, vão ter de deixar de existir os campos que, nos websites das empresas, são previamente preenchidos com valores referentes a taxas e pagamentos adicionais, como acontece, por exemplo, na compra de bilhetes de avião. Também as sobretaxas a que por vezes estão sujeitos os pagamentos com cartão de crédito vão ser banidas. Os consumidores europeus ganham ainda sete dias adicionais para decidir se mantêm ou devolvem a mercadoria que compraram online, passando a dispôr de um prazo de 14 dias.

Porém, os consumidores não têm só vantagens a retirar desta nova diretiva. Segundo o Expresso, a Associação de Defesa do Consumidor (DECO) demonstra alguma preocupação face a estas mudanças. A justificação prende-se com o cancelamento ou a devolução das compras feitas online e ao domicílio, que até aqui funcionava sem custos, e que a partir de agora pode ser cobrado pelas empresas que forneceram o serviço. Se um cliente desiste, por exemplo, da subscrição de um serviço de telecomunicações, a empresa fornecedora tem o direito a cobrar uma quantia proporcional às mensalidades do serviço que tinham ficado acordadas entre as duas partes.

Já do lado das empresas, as novas regras vão tornar mais barata a venda de produtos para fora do respetivo país, fortalecendo a “igualdade das condições de concorrência”, segundo o comunicado da União Europeia.

A regulação do comércio virtual significa, segundo a comissária europeia da Justiça, Viviane Reding, um reforço dos “direitos dos consumidores, independentemente do local ou do momento em que efetuem compras na Europa”. Segundo a comissária europeia, “dar aos consumidores um papel mais ativo através do reforço da sua confiança é o programa de retoma menos oneroso que a Europa pode lançar”.

A norma vai afetar diretamente 507 milhões de consumidores em toda a União Europeia.

Para mais informações consulte aqui a diretiva da União Europeia e leia o comunicado de esclarecimento disponível no site da União Europeia.

Ana Sanlez

17 de maio: Dia Mundial da Sociedade de Informação

É preciso recuar até ao ano de 1865 para encontrar a primeira referência ao Dia Mundial das Telecomunicações. A efeméride foi então instituída para assinalar a inauguração da União Internacional das Telecomunicações, como forma de celebrar a revolução que o mundo das comunicações estava a viver. Quase 150 anos depois, a data passou a ser denominada oficialmente como Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade da Informação, e foi reconhecida pela Assembleia Geral das Nações Unidas a 17 de maio de 2006.

Não é por acaso que nos meios de comunicação é também chamado de Dia Mundial da Internet. Os dois conceitos são hoje inseparáveis e torna-se cada vez mais urgente, de acordo com os princípios da ONU, chamar a atenção dos países para as mudanças sociais provocadas pelas novas tecnologias, bem como diminuir a infoexclusão.

Este ano, o tema escolhido pela União Internacional das Telecomunicações para o debate foi a Cibersegurança. As ameaças inerentes à navegação na rede estiveram em discussão esta semana em Genebra, na Suiça, num encontro mundial centrado nos desafios impostos pela dificuldade em manter em segurança a gigantesca “aldeia global” que é a Internet.

Numa indústria que gera cerca de 310 mil milhões de euros por ano, e acarreta com cerca de 77 milhões de euros em prejuízos relacionados com cibersegurança, é importante perceber o impacto que a parafrenália de opções do universo online tem no quotidiano de cada um.

De acordo com a gigante informática Intel, em apenas um minuto são enviados em média 204 milhões de emails em todo o mundo, o motor de busca da Google regista mais de 200 milhões de pesquisas, são visitadas seis milhões de páginas de Facebook e os vídeos do YouTube são vistos 1,3 milhões de vezes. Acrescenta ainda que, por minuto, são roubadas 20 identidades virtuais em todo o mundo.

Com o intuito de reforçar que a segurança dos dados virtuais é uma questão para ser levada muito a sério, o encontro de Genebra resultou na revisão dos planos de proteção online para as crianças (COP), bem como das parcerias multilaterais contra as ciberameaças (IMPACT).

Ana Sanlez

Irão aperta o cerco à internet livre

Hoje em dia, é cada vez mais frequente países com regimes ditatoriais severos definirem as regras de acesso à internet. Arábia Saudita, Síria e China são alguns exemplos de ditaduras que adotaram medidas de bloqueio a alguns conteúdos divulgados na internet.

O Irão, um dos apologistas da censura permanente na internet, está a criar uma internet interna com serviços alternativos aos principais motores de busca, que deverá estar disponível em Março deste ano e a quem eles apelidam de “rede limpa”.

Esta “rede limpa” é uma espécie de intranet, mas sem as habituais plataformas de acesso a que estamos habituados, tais como Google, Facebook ou mesmo Hotmail. Aliás, o governo iraniano já disponibilizou plataformas que substituem por completo os sites acima referidos, como é o caso do “Salam World” e o “Ya Haq“, uma espécie de Facebook e Google, respetivamente, com conteúdos mais adequados aos seus valores.

As preocupações destes governos ditatoriais, crescem à medida que mensagens, vídeos e imagens de apoio a manifestações contra estes regimes se multiplicam na internet. Para tentar combater esta situação, os EUA estão a desenvolver uma “rede sombra” que poderá ser usada pelos cidadãos de países onde haja censura na internet.

Juliana Melim

A Internet e a Guerra dos Sexos

Segundo um artigo editado recentemente, homens e mulheres fazem uma utilização diferente da Internet.

Porque é importante saber isto?
Porque segundo o público-alvo será a estratégia. E uma estratégia bem delineada é o primeiro passo para objectivos cumpridos.

Se o público-alvo de uma marca, e, consequentemente de um site, tiver como variante o género – para além de outros aspectos socio-demográficos ou psicográficos e comportamentais (isto é toda uma outra discussão), é preciso ter em conta essas diferenças que caracterizam a utilização da Internet para homens ou mulheres.

A principal diferença apurada e destacada por Jason Lee Miller, é a que serve de título ao seu artigo: Men Want It Fast, Women Want It All.

Homens
Entram no site para cumprir um objectivo da forma mais fácil e rápida possível.
Assumindo que é a compra, na maioria das vezes quando acedem ao website é para a efectivar.
Dão importância à facilidade de uso e navegação, mas também em grande parte à velocidade de download.
Preferem vales de desconto que lhes facilitam a escolha à partida.

Mulheres
Analisam a situação
– leia-se site, características do produto ou condições do serviço – antes de tomarem uma acção.
Por isso, menos vezes uma primeira visita se converte na adesão ao serviço ou compra. Geralmente pesquisam informação primeiro. Pensam a longo prazo. O que significa que, se interessadas, regressarão ao site.
Facilidade de uso é também o aspecto a que conferem mais relevância, contudo preferem a acessibilidade à velocidade de download.
Preferem os saldos e promoções aos vales de desconto, precisamente porque continuam a ter possibilidade de escolha, para pesarem os prós e contras, como gostam de fazer.

Jason Lee Miller refere ainda que imagens de casais e pessoas em geral tendem a ser mais apelativas para as mulheres e apresenta outro dado curioso: apesar de eu ter mantido o estereótipo geral para colorir os títulos, ambos os géneros preferem o azul (continuamos a falar de websites, ok?).

As suas conclusões foram retiradas a partir de estudos e pesquisas, no entanto o autor acentua que são generalizações que obviamente estão sujeitas a excepções à regra. Ressalva também que não pretende com isto, dar azo a nenhum tipo de preconceito ou discriminação – que deve ser a parte onde ele pretende evitar um processo.

Para mais, leiam o artigo completo.

Telma M.


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