Archive for the 'SEO' Category

O vício do Google – ou Google Caffeine

Estávamos em reunião com um cliente quando se proporcionou uma visita à página de pesquisa do Bing. Elogiava-se a imagem apresentada que varia diariamente. O alt-text informava que paisagem era aquela, mas não onde ficava. Qual é o meu impulso imediato?

Procurar no Google!
Sim. Mesmo estando no momento em plena página do novo e melhorado motor de busca da Microsoft.
Apesar de não o ter feito – não ter ido ao Google – o instinto ficou registado.

Suponho que sou mais uma para a estatística no estudo divulgado pela Reuters, uma das que é mais fiel, por utilizar o Google (em termos de pesquisa, entenda-se, não vale extrapolar o significado). 
Conclui o estudo que quem usa o Google faz mais pesquisas por mês.

Talvez seja por isso, pelo vício que provoca (sem querer emprestar à palavra um sentido depreciativo), que a nova plataforma de pesquisa do Google, em desenvolvimento mas já pronta para ser testada (ao nível dos EUA), e – a pedido – criticada, se chama Google Caffeine.

Sim, o Google como o conhecemos será substituído. Mas diferenças a olho nu serão poucas.

Atenção SEO’s, que com o Caffeine o algoritmo para o posicionamento de um site nos resultados volta a mudar (como se alguma vez tivesse estado quieto…).
Critérios de indexação mais rigorosos, é o que há a esperar. Mais páginas percorridas e indexadas, mas maior exigência para as posicionar.

Nada a temer para os sites bem optimizados e de conteúdos relevantes. Que a lição é mesmo essa: estar preparado. Agir em vez de reagir.

Telma M.

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SEO, Pagerank e Nofollow

A resposta é não, para vocês que chegaram ao blog através do Twitter, na esperança que “nofollow” fosse alguma nova estratégia ou funcionalidade para a plataforma social da moda, relativa à gestão de seguidores. 🙂

Falo do atributo “nofollow” nos links de qualquer página na web, que funciona para que os spiders dos motores de pesquisa que varrem a net em busca de páginas para indexar e actualizar nas suas bases de dados, não sigam esses mesmos links.

Até há bem pouco tempo o “nofollow” era uma técnica utilizada para controlar a distribuição do pagerank pela páginas (sendo o pagerank uma medida de importância que os motores de pesquisa, como o Google, lhes atribuem). Em teoria, e acredita-se que na prática também, quanto mais links uma página tivesse, menor seria o linkjuice (porção do pagerank) passado a cada uma.

Tendo isto em conta, os profissionais de SEO conferiam o atributo “nofollow” a páginas menos importantes de serem indexadas nos motores de busca (como páginas de Perguntas Frequentes, Política de Privacidade, entre outras) para favorecerem as outras.

Parece que agora, se estavam a utilizar o  “nofollow”  apenas para este fim (que há outros propósitos, até anteriores a este), podem deixar de o fazer. Pois o pagerank é dividido igualmente por todos os links, mesmo que depois não passe para a página (no caso de ter o mencionado atributo). Pelo menos o Google está a reger-se por estas novas regras.

Um dos outros propósitos que falava para a utilização do “nofollow” é impedir que os motores de busca sigam ou atribuam algum do nosso linkjuice a links externos (para outros sites).
E se chegaram ao blog através do Twitter, mas fazem parte da percentagem que continuou a ler, saibam que os links nos updates do Twitter têm este atributo. O que significa que trazem tráfego, mas não pagerank (apesar da sua importância relativa nos dias que correm).

Telma M.

Yahoo lança Common Tag

Uma nova tag para facilitar a organização, classificação e pesquisa de sites e, diria também, um novo aspecto a ter em conta na optimização dos sites para os motores de busca (pelo menos para o Yahoo).
A common tag é uma expressão que categoriza o site. Por exemplo, um site de um restaurante teria a tag “ctag:restaurante”.

No site oficial podem aceder a toda a informação sobre a utilidade real desta tag, bem como a forma de a utilizar.

Telma M.

Google reage ao Twitter: Search Options

Não é que o Google não esteja sempre a actualizar-se e a criar novos serviços e funcionalidades, mas cada vez se torna mais necessário que o faça, com novas opções de pesquisa a agradar aos utilizadores.

Como exemplo mais flagrante temos o Twitter Search, que oferece resultados em tempo real e por recomendações, que mui agradam a mui boa gente. Como exemplo mais recente – ainda sem garantias de resultados – temos o complicadíssimo (só de nome) WolframAlpha que promete responder às perguntas dos utilizadores.

Assim sendo o motor de busca mais utilizado, tanto global como nacionalmente, que continua a ser o Google, tem de se actualizar para não perder o seu posto.

Nesse sentido, há uns dias foram anunciadas as Google Search Options, que permitem fazer pesquisas de uma forma mais personalizada e direccionada.
Ora vejam (em dois minutinhos) o essencial da aplicação:

Ainda não está disponível, mas espera-se que esteja em breve.

Consequências para o SEO? Concerteza. Mas creio que não afectará negativamente  quem construiu estratégias de optimização completas e dirigidas a um público-alvo específico.

Telma M.

Vantagens de um Bom Design – a pender para o excelente

Todos sabemos a importância do Design num website – como em tantas outras áreas de aplicação.
Mas deixem-me puxar a brasa à minha sardinha já que sou sempre eu a agitar este blog e falar de porque é importante um bom – a pender para o excelente – Design para o SEO. E por design entendam layout, mas também estrutura do site.

Eu não diria melhor que o Ryan Caldwell esquematizou::

  1. É um dos indicadores de qualidade dos motores de busca;
  2. Facilita o trabalho dos marketeers que promovem o site online – e eu acrescentaria que facilita comunicação a marca no seu todo, que mesmo quando promovida offline, tem retorno no site;
  3. Ajuda a criar notoriedade para a marca, apelando aos links espontâneos – e de qualidade;
  4. Dá visibilidade numa comunidade online mais significativa do que se tem noção: os designers, precisamente;
  5. Finalmente, reduz a taxa de abandono do site na primeira página. Tão simples como: quanto mais o utilizador/potencial cliente gosta do que vê, mais tempo se mantém no site [dúvida existencial: estará o Facebook a perder média de tempo passado no site, com o redesign que parece não agradar aos utilizadores?].

Para mais pormenor, remeto para o artigo 5 Reasons Why Design Matters To SEO. Vale a pena ler.


Telma M.

Local Search

Já lá vai o tempo em que ter um site era ser diferente. Para dar lugar ao tempo em que a presença na net é quase obrigatória.
Uma vantagem concorrencial que se tornou também um must have.
Um apanágio outrora exclusivo das grandes empresas que agora já é de todos.

Agora é preciso mais do que marcar presença. É preciso uma presença demarcada, personalizada, interactiva, próxima do utilizador.

Um website é um complemento importante para um negócio. Ou em diversos casos a sua própria base.

E quando se trata de uma pequena ou média empresa, a necessidade desta presença de qualidade não se esbate, mas antes se acentua.
Também em relação ao Search Engine Marketing deve haver certos cuidados e especificidades quando se trata de uma empresa mais vocacionada para um mercado local.
É importante que a localização faça parte da optimização para os motores de busca. Mesmo que a empresa não se posicione nos primeiros lugares para a keyword contabilidade, visada pela maior parte da concorrência,  deve estar bem posicionada para a expressão contabilidade sintra, que interessará ao seu público-alvo.

Isto é importante também para os anúncios pay per click, como no Google AdWords. As expressões de busca devem ser refinadas, tendo também em conta a área física de actuação da empresa, tornando assim possível a oferta de um valor menor por cada keyword e apelando ao real target da empresa – potenciando a eficácia e conversão dos objectivos em cada clique pago.

No próprio site, é importante dar relevância aos contactos, incluindo direcções, mapas ilustrativos da morada ou pontos de referência.

Mais haveria a dizer. Até porque, como diz o ditado – tão vulgar, mas tão genuíno – cada casa é um caso. Por isso, para mais informações entrem em contacto!



Telma M.

SEO: A Lição nº3

“Os motores de busca são como deficientes visuais”

Não fui eu que disse (surgiu em conversa), mas está bem visto – a metáfora não podia ser mais apropriada.

O que é que isto significa?

Que um site deve cumprir todas as normas de acessibilidade. Tudo o que é importante deve poder ser lido pelos motores de busca.

Por exemplo, os sistemas para invisuais reconhecem o alternate text (vulgo textinho-que-aparece-quando-passamos-em-cima-das-imagens). Da mesma forma os bots do Google ou dos outros motores de pesquisa, não lêem todas as imagens, mas lêem sempre o alt text que lhes é atribuído – o que faz com que este seja importante.

Não é, no entanto,  linear que as imagens não sejam “lidas”.  Os sistemas de reconhecimento das mesmas estão cada vez mais desenvolvidos e faltará pouco para que se generalizem.  O que não significa que se deva descurar a sempre relevante acessibilidade.

Telma M.


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