Archive for the 'Marketing' Category

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O que é o Blended Marketing?

O lançamento da apelidada “nova bíblia do marketing” ocorre já no próximo dia 2 de Junho.

B-Mercator é o nome do sucessor do Mercator XXI. B de Blended.

Blended Marketing é aquele que combina o marketing tradicional com o marketing digital.

Uma estratégia integrada é sem dúvida o meio mais eficaz para o sucesso. O marketing tradicional, de forma isolada, vê-se ultrapassado. Por outro lado, as novas modalidades sofrem uma evolução rápida e progressiva, precisando de uma base sólida e uma estratégia de continuidade.

Os conceitos e técnicas tradicionais revistos, o deixar cair definitivo dos estáticos 4 P’s, o reconhecer da importância do web-marketing e do mobile marketing, entre outros, e como adequar o ciclo de comunicação à nova realidade, é o que se espera desta publicação.

Telma M.

Lista de não interessados em receber comunicações publicitárias

No site da Direcção geral do Consumidor, diz assim: “Esta base de dados deverá ser consultada pelas empresas que efectuam este tipo de comunicações, ficando, assim impedidas de remeter comunicações publicitárias a quem nela se inscreva.
O incumprimento destas regras constitui contra-ordenação.”

Interrogo-me sobre como é possível tratar este assunto desta forma tão ligeira, penso na seguinte situação:

Uma Empresa tem disponível um serviço de comunicações electrónicas ao qual qualquer consumidor poderá dar o seu opt-in ou opt-out.
O serviço decorre normalmente.
Mais tarde, o consumidor regista-se na lista da Direcção geral do Consumidor.
A Empresa não tinha conhecimento desse facto e envia-lhe outra comunicação normal.
O consumidor faz queixa ou a Direcção geral do Consumidor toma conhecimento e instaura um processo de contra-ordenação à Empresa.
Não esquecer que a Empresa tinha a funcionalidade para que o consumidor pudesse fazer o opt-out mas foi o próprio que não a usou.
A Empresa sai duplamente prejudicada pois gastou recursos para que o consumidor pudesse exercer a sua vontade e ele não o querendo originou outra penalidade para a Empresa, a contra-ordenação.
Será justo para a Empresa?

Mais questões se poderão colocar, e convido todos a participar nesta discussão.

Como nota final, não querendo desconfiar das intenções da Direcção geral do Consumidor, não teria sido mais simples regular pelo lado das Empresas em vez pelo lado dos consumidores? A defesa dos consumidores seria muito mais eficaz se se estabelecessem princípios que as Empresas teriam mesmo que respeitar.

JPC

As Redes Sociais e as Mulheres

Continuando na linha do post anterior – A Internet e a Guerra dos Sexos – que relaciona o género do utilizador com a utilização que faz dos sites, trago-vos as inferências de Jason Lee Miller relativas à forma como as mulheres usam as redes sociais.

O artigo de que vos falo agora adianta que as mulheres preferem blogs e o Facebook ao Twitter e que usam maioritariamente as redes sociais para manter contacto com amigos e familiares (como seria suposto, apesar da subversão inevitável de propósitos) e não para procurar informação ou serviços.
Como refere o autor, tendo em conta que são mais de 50% da população, é um dado bastante relevante.

Só não acho que isto seja uma desvantagem, é antes um desafio, o de saber cativá-las. Ir ao seu encontro – sem intromissão, antes com permissão e valor acrescentado, que saberão reconhecer.
E mais significativo será quando se consegue fazê-lo.

Telma M.

A Internet e a Guerra dos Sexos

Segundo um artigo editado recentemente, homens e mulheres fazem uma utilização diferente da Internet.

Porque é importante saber isto?
Porque segundo o público-alvo será a estratégia. E uma estratégia bem delineada é o primeiro passo para objectivos cumpridos.

Se o público-alvo de uma marca, e, consequentemente de um site, tiver como variante o género – para além de outros aspectos socio-demográficos ou psicográficos e comportamentais (isto é toda uma outra discussão), é preciso ter em conta essas diferenças que caracterizam a utilização da Internet para homens ou mulheres.

A principal diferença apurada e destacada por Jason Lee Miller, é a que serve de título ao seu artigo: Men Want It Fast, Women Want It All.

Homens
Entram no site para cumprir um objectivo da forma mais fácil e rápida possível.
Assumindo que é a compra, na maioria das vezes quando acedem ao website é para a efectivar.
Dão importância à facilidade de uso e navegação, mas também em grande parte à velocidade de download.
Preferem vales de desconto que lhes facilitam a escolha à partida.

Mulheres
Analisam a situação
– leia-se site, características do produto ou condições do serviço – antes de tomarem uma acção.
Por isso, menos vezes uma primeira visita se converte na adesão ao serviço ou compra. Geralmente pesquisam informação primeiro. Pensam a longo prazo. O que significa que, se interessadas, regressarão ao site.
Facilidade de uso é também o aspecto a que conferem mais relevância, contudo preferem a acessibilidade à velocidade de download.
Preferem os saldos e promoções aos vales de desconto, precisamente porque continuam a ter possibilidade de escolha, para pesarem os prós e contras, como gostam de fazer.

Jason Lee Miller refere ainda que imagens de casais e pessoas em geral tendem a ser mais apelativas para as mulheres e apresenta outro dado curioso: apesar de eu ter mantido o estereótipo geral para colorir os títulos, ambos os géneros preferem o azul (continuamos a falar de websites, ok?).

As suas conclusões foram retiradas a partir de estudos e pesquisas, no entanto o autor acentua que são generalizações que obviamente estão sujeitas a excepções à regra. Ressalva também que não pretende com isto, dar azo a nenhum tipo de preconceito ou discriminação – que deve ser a parte onde ele pretende evitar um processo.

Para mais, leiam o artigo completo.

Telma M.

MD 2.0

E agora em vez de perguntarmos onde é que está a mediadetails?, perguntemos onde é que não está a mediadetails?

E a resposta não será o Twitter, o Facebook, o MySpace, o Delicious, o FlickR, o Behancé ou o CarbonMade. Porque nesses todos já marcamos presença com portfólios e perfis actualizados.
E ainda há algumas presenças por marcar, o que acontecerá nos próximos tempos.

Entretanto, conto com críticas e sugestões.

“Publicidade Faxavô”

É este o pedido simples de quem prime o botão do intercomunicador.
O sotaque é próprio da profissão, pois é no Brasil, que se encontram os melhores e mais premiados publicitários. Parece adequado.

Não fosse um simples facto: não são publicitários que nos batem à porta, são distribuidores de folhetos.
Que em vez de “publicidade faxavô” poderiam dizer, quando muito: “distribuidores de peças impressas de marketing directo, faxavô”.

É reflexo da eterna zona cinzenta das nomenclaturas. Onde, ao cidadão comum, publicidade, marketing, propaganda, comunicação, divulgação, reclames, parecem todos sinónimos.

Relação entre alguns dos conceitos:
Facto 1
– O Marketing tem várias componentes
Facto 2 – Uma das componentes do marketing é a Comunicação (bem como o Produto, a Distribuição e o Preço; em conjunto formam os 4Ps do Marketing, hoje em dia já mais que multiplicados)
Facto 3 – Na componente comunicação insere-se a Publicidade (a par com as Relações Públicas, o Marketing Directo, a Força de Vendas, entre outros)
Facto 4 – A Publicidade surge sob a forma de reclames (aka anúncios publicitários), em vários suportes. São spots televisivos, mupis, outdoors, anúncios de imprensa, etc.
Facto 5 – O mail-marketing (onde se incluem os benditos folhetos que nos vêm entregar) faz parte do Marketing Directo.

A explicação é redutora, mas espero que consiga esclarecer alguém. Mesmo que não seja o senhor ou a senhora que amanhã me vão bater à porta e dizer novamente “publicidade faxavô”.

Telma M.


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