Arquivo de Novembro, 2012

Um supermercado do futuro

Já imaginou um supermercado sem caixas registadoras? Este é um cenário, que pode muito bem vir a acontecer nos próximos 20 anos.

As exigências cada vez maiores da sociedade estão a alterar profundamente o comércio, levando-o a adoptar medidas que vão desde as caraterísticas da oferta, ao ponto de venda e às tecnologias utilizadas para o pagamento. Os telemóveis e smartphones assumem um importante papel nesta transformação, uma vez que estão a revolucionar a forma como escolhemos e pagamos produtos.

Armazéns como Nordstrom e J.C.Penny estão a substituir as caixas de pagamento por tablets, permitindo aos seus clientes efetuarem pagamentos móveis. De telefone em punho, num supermercado do futuro, poderemos ler os códigos de barra das embalagens, procurar produtos específicos, ter acesso a promoções e a mapas detalhados que nos mostram quais os caminhos mais rápidos para chegar aos produtos que procuramos. Mas,  há quem vá mais longe. A britânica Tesco montou um supermercado virtual no metro da Correia do Sul. Os passageiros podiam fazer compras com os smartphones e tablets, encostando os aparelhos às fotografias dos produtos. Após finalizarem o pagamento, as compras eram entregues em casa, no final do dia.

A internet e os dispositivos a ela conectados abriram um mercado ilimitado de possibilidades, alterando e configurando os negócios online e offline. A web 2.0 tornou o utilizador um ser ativo e participativo, que procura constantemente aperfeiçoar e mudar comportamentos, assim como criar novas experiências que permitam criar novos serviços e experiências.

Neste novo mundo, há uma nova experiência de compra, que permite ao consumidor interagir com os produtos e utilizar as informações que lhe são fornecidas para escolher quais os melhores produtos a comprar.

Juliana Melim

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Por uma internet livre e aberta

Take Action é o nome da campanha lançada, esta semana, pela Google que visa sensibilizar os utilizadores para as ameaças à internet livre e aberta para todos. Esta campanha surge numa altura em que está a ser preparado um acordo pela UIT (União Internacional das Telecomunicações), que visa regulamentar o acesso à  internet e, que deverá ser assinado no dia 3 de Dezembro, no Dubai.

Em causa, nesta reunião, estão algumas propostas que permitirão aos governos censurarem conteúdos e até mesmo limitarem o acesso à internet. A Google acredita que medidas, como taxas de bloqueio apliadas a websites poderão prejudicar e restringir o acesso a determinados serviços, tais como Facebook, YouTube ou Skype. As propostas de regulamentação da internet serão discutidas apenas entre governantes e UTI, sendo estes as únicas pessoas com direito a exercer o voto, excluindo deste modo, a participação dos utilizadores da internet, empresas, engenheiros e pessoas responsáveis pelo seu desenvolvimento e manutenção.

A proliferação de informação na internet tem atingido proporções gigantescas, nos últimos anos. A livre circulação de ideias, conteúdos, imagens e ideologias tem levado a um crescente aumento de reações contra a liberdade de expressão online. De acordo com a Google “ atualmente 42 países filtram e censuram conteúdos e, em apenas 2 anos, os governos promulgaram 19 novas leis que ameaçam a liberdade de expressão”.

O objetivo da campanha Take Action é a defesa de uma internet sem restrições, na qual podemos “falar, criar, aprender e partilhar”. Uma internet que não é controlada por organizações, indivíduos ou governos. Uma rede que liga tudo e todos e, que engloba mais de um terço do planeta Terra.

Um mundo livre e aberto depende de um livre e aberto acesso à internet. Os governos não devem decidir sozinhos o futuro da internet. Os biliões de pessoas, em todo o mundo, que, diariamente utilizam a internet, bem como os especialistas que a desenvolvem e mantêm, devem ter o direito de participar na tomada de decisão sobre o seu futuro”.

Pode visitar aqui o site da campanha Take Action

Visualize abaixo o vídeo da campanha.

Juliana Melim

Mediadetails comemora 10 anos

10 anos Mediadetails

Hoje assinala-se os 10 anos de existência da Mediadetails. Nascida em 2002, fruto da ambição do seu fundador, tem vindo desde então a assumir um lugar no seio do mercado das empresas de multimédia portuguesas.

Focada numa política que procura proporcionar mais-valias aos seus clientes, a Mediadetails cria novos serviços em áreas específicas que potenciam melhores resultados.

Nestes 10 anos de experiência, a Mediadetails elaborou um portfólio de excelência, onde constam grandes empresas a nível nacional e internacional, apoiando os seus clientes na adaptação à evolução tecnológica e no reforço da sua posição concorrencial atendendo aos diversos setores de atividade onde operam.

Rigor profissional, responsabilidade e empenhamento são as palavras de ordem da Mediadetails que produzem trabalhos de excelência.

Juliana Melim

Android soma e segue…

Cinco anos após a sua criação, celebrados na passada segunda-feira, o Android continua a dominar os mercados de sistemas operacionais de smartphones. Com 75% de quota de mercado e um total de 136 milhões de smartphones vendidos, o Android é o número um dos sistemas operativos a nível mundial.

Lançado a 5 de novembro de 2007 pela gigante Google, este foi um sistema operativo cujo sucesso não foi imediato, mas que ao longo dos anos foi se tornando popular atingindo o auge em  2010, quando se tornou no mais conhecido e usado sistema operativo para smartphone.

Juliana Melim

Bye Bye Messenger!

É oficial, a partir do próximo ano o programa Windows Live Messenger vai acabar em todos os países. A notícia foi avançada pela Microsoft, através do blogue do Windows Live, onde explicou que a decisão foi tomada no sentido de responder à evolução das comunicações online, onde o Skype “se tornou na melhor forma de ter chamadas de voz e vídeo, além de também permitir mensagens instantâneas”.

O tão popular messenger que foi lançado há 12 anos e que conquistou fãs por todo o mundo vai ser assim substituído pelo Skype, programa que a Microsoft comprou em Maio do ano passado, e que tem vindo a integrar em alguns dos seus produtos.

Os atuais utilizadores do Windows Live Messenger manterão todos os seus contactos, que poderão ser posteriormente usados no Skype tanto para videoconferências, mensagens ou chamadas.

Juliana Melim


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