Arquivo de Maio, 2009



Webmarketing e a Resposta à Crise

A Galileu organizou um wokshop de Webmarketing onde falou de SEM, de Redes Sociais e de como da utilização e combinação destas duas vertentes pode constituir uma resposta à crise para as empresas.

Com um investimento bastante mais baixo que o necessário para a publicidade tradicional, este marketing permissivo (nunca invasivo) que é possível através da web pode trazer resultados satisfatórios.
Estes esforços devem ser desenvolvidos desde já,  porque não são só uma grande vantagem no momento, são uma vantagem para o futuro, quando o consumo voltar a crescer e as empresas que investiram nestas formas de comunicação digital interactivas estiverem um passo à frente.

Isso a mediadetails sabe e pode ajudar a concretizar (pode sempre contactar-nos para geral@mediadetails.com).

Entretanto, deixo algumas estatísticas interessantes divulgadas no workshop:

92% dos portugueses usam a internet para pesquisa de produtos e tomada de decisões de compra
86% utilizam os motores de busca para estes fins

45% dos utilizadores da internet têm blog

75% das pessoas acreditam nas recomendações de outros, por oposição à publicidade tradicional

Por isso é tão importante gerir a reputação online e estar onde estão os consumidores – algo que repito constantemente.
A comunicação one to one,  até já ultrapassou o one to many e é agora um many to many. Há que estar presente nesta conversação multilateral.

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Lista de não interessados em receber comunicações publicitárias

No site da Direcção geral do Consumidor, diz assim: “Esta base de dados deverá ser consultada pelas empresas que efectuam este tipo de comunicações, ficando, assim impedidas de remeter comunicações publicitárias a quem nela se inscreva.
O incumprimento destas regras constitui contra-ordenação.”

Interrogo-me sobre como é possível tratar este assunto desta forma tão ligeira, penso na seguinte situação:

Uma Empresa tem disponível um serviço de comunicações electrónicas ao qual qualquer consumidor poderá dar o seu opt-in ou opt-out.
O serviço decorre normalmente.
Mais tarde, o consumidor regista-se na lista da Direcção geral do Consumidor.
A Empresa não tinha conhecimento desse facto e envia-lhe outra comunicação normal.
O consumidor faz queixa ou a Direcção geral do Consumidor toma conhecimento e instaura um processo de contra-ordenação à Empresa.
Não esquecer que a Empresa tinha a funcionalidade para que o consumidor pudesse fazer o opt-out mas foi o próprio que não a usou.
A Empresa sai duplamente prejudicada pois gastou recursos para que o consumidor pudesse exercer a sua vontade e ele não o querendo originou outra penalidade para a Empresa, a contra-ordenação.
Será justo para a Empresa?

Mais questões se poderão colocar, e convido todos a participar nesta discussão.

Como nota final, não querendo desconfiar das intenções da Direcção geral do Consumidor, não teria sido mais simples regular pelo lado das Empresas em vez pelo lado dos consumidores? A defesa dos consumidores seria muito mais eficaz se se estabelecessem princípios que as Empresas teriam mesmo que respeitar.

JPC

As Redes Sociais e as Mulheres

Continuando na linha do post anterior – A Internet e a Guerra dos Sexos – que relaciona o género do utilizador com a utilização que faz dos sites, trago-vos as inferências de Jason Lee Miller relativas à forma como as mulheres usam as redes sociais.

O artigo de que vos falo agora adianta que as mulheres preferem blogs e o Facebook ao Twitter e que usam maioritariamente as redes sociais para manter contacto com amigos e familiares (como seria suposto, apesar da subversão inevitável de propósitos) e não para procurar informação ou serviços.
Como refere o autor, tendo em conta que são mais de 50% da população, é um dado bastante relevante.

Só não acho que isto seja uma desvantagem, é antes um desafio, o de saber cativá-las. Ir ao seu encontro – sem intromissão, antes com permissão e valor acrescentado, que saberão reconhecer.
E mais significativo será quando se consegue fazê-lo.

Telma M.

A Internet e a Guerra dos Sexos

Segundo um artigo editado recentemente, homens e mulheres fazem uma utilização diferente da Internet.

Porque é importante saber isto?
Porque segundo o público-alvo será a estratégia. E uma estratégia bem delineada é o primeiro passo para objectivos cumpridos.

Se o público-alvo de uma marca, e, consequentemente de um site, tiver como variante o género – para além de outros aspectos socio-demográficos ou psicográficos e comportamentais (isto é toda uma outra discussão), é preciso ter em conta essas diferenças que caracterizam a utilização da Internet para homens ou mulheres.

A principal diferença apurada e destacada por Jason Lee Miller, é a que serve de título ao seu artigo: Men Want It Fast, Women Want It All.

Homens
Entram no site para cumprir um objectivo da forma mais fácil e rápida possível.
Assumindo que é a compra, na maioria das vezes quando acedem ao website é para a efectivar.
Dão importância à facilidade de uso e navegação, mas também em grande parte à velocidade de download.
Preferem vales de desconto que lhes facilitam a escolha à partida.

Mulheres
Analisam a situação
– leia-se site, características do produto ou condições do serviço – antes de tomarem uma acção.
Por isso, menos vezes uma primeira visita se converte na adesão ao serviço ou compra. Geralmente pesquisam informação primeiro. Pensam a longo prazo. O que significa que, se interessadas, regressarão ao site.
Facilidade de uso é também o aspecto a que conferem mais relevância, contudo preferem a acessibilidade à velocidade de download.
Preferem os saldos e promoções aos vales de desconto, precisamente porque continuam a ter possibilidade de escolha, para pesarem os prós e contras, como gostam de fazer.

Jason Lee Miller refere ainda que imagens de casais e pessoas em geral tendem a ser mais apelativas para as mulheres e apresenta outro dado curioso: apesar de eu ter mantido o estereótipo geral para colorir os títulos, ambos os géneros preferem o azul (continuamos a falar de websites, ok?).

As suas conclusões foram retiradas a partir de estudos e pesquisas, no entanto o autor acentua que são generalizações que obviamente estão sujeitas a excepções à regra. Ressalva também que não pretende com isto, dar azo a nenhum tipo de preconceito ou discriminação – que deve ser a parte onde ele pretende evitar um processo.

Para mais, leiam o artigo completo.

Telma M.

Tecla SIT

E como às vezes é preciso parar um pouco para se encontrar uma solução brilhante, é este o atalho que falta no teclado:

Banco Tecla SIT

Banco Tecla SIT

O designer do banquinho (sem que o diminutivo seja depreciativo) é Ross McBride.

Devíamos encomendar uns aqui para a mediadetails. O design em forma de tecla não podia ser mais adequado para a lounge room de empresas que baseiam a sua actividade na tecnologia! 😀

Quanto a mim, e voltando aos teclados, o que faz mesmo falta é um atalho para “Copiar sem Formatação”.

Mais ideias?

Telma M.


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