Estávamos em reunião com um cliente quando se proporcionou uma visita à página de pesquisa do Bing. Elogiava-se a imagem apresentada que varia diariamente. O alt-text informava que paisagem era aquela, mas não onde ficava. Qual é o meu impulso imediato?
Procurar no Google!
Sim. Mesmo estando no momento em plena página do novo e melhorado motor de busca da Microsoft.
Apesar de não o ter feito – não ter ido ao Google – o instinto ficou registado.
Suponho que sou mais uma para a estatística no estudo divulgado pela Reuters, uma das que é mais fiel, por utilizar o Google (em termos de pesquisa, entenda-se, não vale extrapolar o significado).
Conclui o estudo que quem usa o Google faz mais pesquisas por mês.
Talvez seja por isso, pelo vício que provoca (sem querer emprestar à palavra um sentido depreciativo), que a nova plataforma de pesquisa do Google, em desenvolvimento mas já pronta para ser testada (ao nível dos EUA), e – a pedido – criticada, se chama Google Caffeine.
Sim, o Google como o conhecemos será substituído. Mas diferenças a olho nu serão poucas.
Atenção SEO’s, que com o Caffeine o algoritmo para o posicionamento de um site nos resultados volta a mudar (como se alguma vez tivesse estado quieto…).
Critérios de indexação mais rigorosos, é o que há a esperar. Mais páginas percorridas e indexadas, mas maior exigência para as posicionar.
Nada a temer para os sites bem optimizados e de conteúdos relevantes. Que a lição é mesmo essa: estar preparado. Agir em vez de reagir.
Telma M.